Javier Milei Arrasa nas Eleições e Ganha ‘Superpoderes’ para Revolucionar a Argentina!
10 min readComo Javier Milei Virou o Jogo e Ganhou um ‘Superpoder’ para Remodelar a Argentina: Motosserra no Congresso!
No final das contas, foi uma surra libertária! O partido de Javier Milei, La Libertad Avanza (LLA), não só ganhou as eleições legislativas argentinas como fez isso com um sorriso de orelha a orelha: quase 41% dos votos nacionais, deixando a oposição peronista – aquela turma ligada à ex-presidente Cristina Kirchner, com seus aliados regionais – comendo poeira a nove pontos de distância. A LLA até quebrou o tabu na província de Buenos Aires, onde havia levado um sacode de 14 pontos no mês passado. Milei deve ter acordado pensando: “Quem diria que o medo do peronismo zumbi seria meu melhor aliado?
“Essa vitória retumbante pegou todo mundo de calça arriada: analistas e mercados apostavam num empate técnico ou numa vitória magrinha para o presidente. Em vez disso, veio o show de fogos. “Hoje passamos por um ponto de inflexão! Hoje começa a construção de uma grande Argentina”, gritou Milei para a multidão enlouquecida na noite da eleição – provavelmente com a motosserra simbólica em riste, pronto para mais cortes.
O resultado é como um vento fresco para suas reformas radicais, que andavam patinando como carro sem gasolina este ano. Agora, com números no Congresso para blindar seus vetos presidenciais, ele pode barrar a oposição de esquerda e suas ideias de gastar como se não houvesse amanhã. Adeus, risco de derrocada fiscal – olá, credibilidade renovada na disciplina orçamentária que já domou a inflação de monstro para gatinho (de 200% para 30%, quem lembra?).
Mas, ei, nem tudo são flores e motosserra: a participação ficou em míseros 68% – a mais baixa desde 1983, num país onde votar é lei, mas boicotar é esporte olímpico. Isso grita que muita gente ainda torce o nariz para Milei, tipo: “Ok, você cortou a inflação, mas meu salário virou migalha de pão?” O peso argentino deve dar um salto de alegria com a notícia, mas prepare-se para os próximos meses de montanha-russa cambial. E o grande porém? Ele ainda não tem cadeiras suficientes para aprovar reformas bombásticas em impostos ou pensões – vai ter que negociar como um diplomata em festa de família, e isso não é o forte do nosso libertário irascível.
Desde que assumiu no fim de 2023, Milei – o outsider que parece saído de um videoclipe de heavy metal – cortou gastos como se fosse terapia, reduzindo a pobreza e transformando déficits em superávits. Mas os escândalos de corrupção (aqueles áudios picantes da irmã e promoções de cripto duvidosa) e a economia engasgada quase viraram o jogo contra ele. Nas semanas pré-eleição, o drama cambial apertou: o peso ameaçava fugir da banda de flutuação como adolescente em rebelião. Aí entra o Tio Sam: o governo Trump salvou o dia com uma linha de US$ 20 bilhões em swap cambial e compras diretas de pesos no valor de US$ 1,5 bilhão – um “favorzinho” condicionado ao bom desempenho de Milei, como quem diz: “Vença, ou corto o oxigênio”. Trump deve estar rindo: “Eu avisei que era um investimento vencedor!
“Essa tacada leva Milei para fora do buraco de incerteza. A LLA brilhou no interior, onde era esperada, mas o golpe de mestre veio em Buenos Aires: a narrativa de “peronismo gastador vs. eu, o salvador” colou como chiclete. Até os mornos no Milei parecem ter pensado: “Melhor o diabo que conhecemos do que o kirchnerismo voltando pra festa eterna de gastos”. Mercados? Pulando de alegria! Ações argentinas no exterior dispararam, títulos públicos devem subir, e o risco-país – que tava no vermelho – agora respira aliviado. Investidores já sonham com reeleição em 2027, esquecendo que, na Argentina, quem brilha nas midterms costuma tropeçar na presidencial (lei não escrita desde 2009).
Mas não se iluda: os problemas não evaporaram como mágica fiscal. Milei precisa encher as arcas com reservas para rolar US$ 18 bilhões de dívida em 2026 – e comprar dólares sempre bagunça o peso, que já parece supervalorizado como ego de rockstar. Economistas cutucam: hora de soltar o câmbio pra flutuar livre, adotar política monetária normal e domar a inflação sem truques. Antes da eleição, o governo jurou fidelidade à banda cambial (que se alarga todo mês como elástico frouxo), mas agora? Talvez Milei pense: “Suficiente por enquanto”.
Scott Bessent, o secretário do Tesouro dos EUA, deve estar brindando com champagne yankee – afinal, Trump ameaçou puxar o plugue se Milei perdesse, e agora o swap de US$ 20 bi fica firme, com bônus potenciais nos pesos comprados. A pergunta é: ele vai cobrar a fatura com pressão por reformas cambiais, ou só curtir o “obrigado” de Milei? De qualquer jeito, esse apoio gringo foi o tempero que virou a eleição.
O grande chefão agora é a reforma estrutural: limpar o labirinto tributário argentino, soltar as amarras do mercado de trabalho e, quem sabe, dar um tapa nas aposentadorias. Pra isso, precisa de maioria nas duas casas – e com só metade da Câmara e um terço do Senado renovados, vai rolar coalizão mode on. Não é o playground de Milei, que adora xingar a “casta política” como vilão de novela, mas a vitória gorda abre portas: legisladores opositores vão pensar duas vezes antes de brigar com o cara fortalecido. Nos últimos meses, ele já baixou o tom agressivo – no discurso de vitória, falou em “parceiros” e negociações com governadores, tipo: “Ei, gente, vamos dançar essa valsa juntos, sem pisar no pé?”
Eleições na Argentina são como novela: cheias de caos financeiro e plot twists. Milei mira 2027, mas a maldição das midterms vencedoras (perda na presidencial seguinte) paira como fantasma. A salvação? Um pacote de reformas que gere crescimento e empregos – quanto antes no Congresso, melhor. Senão, a motosserra vira enfeite de museu. Hora de acelerar, presidente: o povo (e Trump) tá de olho!
‘Grande Vitória’ de Milei nas Eleições Argentinas: Imprensa Internacional Celebra o ‘Retorno da Motosserra’ com Toque Trumpiano
Ah, Javier Milei e sua motosserra libertária voltaram a roncar alto! No domingo (26), as eleições de meio de mandato na Argentina deram um show de plot twist: com mais de 99% dos votos apurados, o La Libertad Avanza (LLA), partido do presidente, surfou com 40,84% dos votos nacionais – uma vitória expressiva em redutos como Buenos Aires, Córdoba e Santa Fé, deixando a oposição peronista do Fuerza Pátria + aliados engasgada em 31,66%. O resultado renova metade da Câmara dos Deputados (127 cadeiras) e um terço do Senado (24 vagas), dando a Milei fôlego para blindar seus vetos e avançar na agenda radical – sem maioria absoluta, mas com alianças mais fáceis. Analistas chamam de “virada surpreendente”, especialmente após escândalos de corrupção (tipo áudios picantes da irmã Karina e promoções de cripto sem lastro) e uma economia que, apesar de domar a inflação de 200% para 30% e entregar o primeiro superávit fiscal em 14 anos, deixou desemprego e aposentadorias achatadas como panquecas. E o tempero internacional? Donald Trump, que condicionou um bailout de US$ 40 bi ao sucesso de Milei (meio “ajuda ou adeus”), já tuitou parabéns, chamando de “vitória esmagadora” e jurando que “ele nos faz todos parecer bons” – como se Milei fosse o aluno prodígio do MAGA na América do Sul, freando a China e abrindo portas para investimentos yankees.
A imprensa global acordou animada (e um tantinho irônica) nesta segunda (27), destacando como Milei transformou o medo do “retorno peronista” em um circo bem-sucedido de “bem vs. mal” – com ele como o herói anti-kirchnerista. Vamos aos highlights, com pitadas de bom humor para não deixar a coisa séria demais:
- Financial Times (Reino Unido): Manchete principal da manhã, batizando de “grande vitória” que dá “novo gás” às reformas de livre mercado. “Após uma crise financeira que quase enterrou tudo – com investidores fugindo do peso como de uma praga –, Milei reforça sua posição no Congresso para radicalizar a economia argentina, que há décadas patina na lama.” Traduzindo: o nervosismo do mercado virou alívio, mas o FT avisa que erros passados (tipo cortes drásticos em saúde e educação) ainda assombram.
- The Guardian (Reino Unido): Surpresa total! “Analistas argentinos estão boquiabertos: apesar de escândalos de corrupção e uma crise econômica que parece novela mexicana, Milei saiu do buraco.” Lembra dos cortes “motosserra”: dezenas de milhares de jobs públicos pro ar, investimentos congelados em infraestrutura, remédios para aposentados virando luxo? Pois é, ele domou a inflação, mas o Guardian cutuca: “Não é maioria no Congresso – peronistas ainda mandam –, mas é o ‘turning point’ que Milei tanto gritava no palanque.”
- El País (Espanha): Foco na estratégia de terror psicológico: “Milei construiu a campanha no pavor de um peronismo kirchnerista zumbi voltando dos mortos.” Colocou a briga como “batalha épica: eu, o bem; kirchnerismo, o mal” – e funcionou que é uma beleza. O jornal ri por último: “Bem-sucedida, mas com o eleitorado dividido como pizza fria.”
- The New York Times (EUA): “Teste crucial” vira “vitória que blinda vetos e agenda ambiciosa”. E o bônus Trump: “Milei, fã número 1 do MAGA, reforça a influência dos EUA na região, dando um ‘oi’ à expansão chinesa.” Analistas do Heritage Foundation aplaudem: “Vitória do bom senso pró-EUA – Milei é o cara!”
Outros veículos ecoam o coro: Reuters chama de “mandato para a overhaul libertária, apesar do descontentamento com austeridade”; Al Jazeera, de “vitória grande que mantém o apoio de Trump”; e Le Monde, de “decisiva, com Milei jurando ‘make Argentina great again’ – ecoando o mestre Trump”. Investidores? Já brindam com bonds subindo e risco-país despencando – afinal, quem resiste a um bailout condicionado com pitada de geopolítica?
O Cenário Pré-Votação: De Esperança Violeta a Realidade Mista
Dois anos após a lua de mel de 2023 – com promessas de “tirar a Argentina do buraco” e porrada na “casta política” –, Milei pintou o Congresso de violeta (cor do LLA) como sonho distante. Expectativa de tsunami virou ressaca: economia estagnada, desemprego galopante, salários e aposentadorias murchos, e uma sequência de gafes táticas (subestimar governadores locais em Córdoba e Santa Fé, onde ex e atual chefes estaduais roubaram a cena). Derrotas legislativas recentes? Deixaram o governo de mãos atadas. E o escândalo na província de Buenos Aires (maior colégio eleitoral, com 35 deputados em jogo)? O candidato mileísta José Luis Espert caiu por laços com narco – peronista Axel Kicillof riu por último ali.
Analistas traçavam cenários como em jogo de futebol: 40% goleada para reeleição em 2027 (simbólico, pois garante primeiro turno com 10 pontos de folga); 35% empate técnico; abaixo de 30% = alerta vermelho. Milei cravou 40,84% – o suficiente para pular de 74 para 86 cadeiras na Câmara (um terço, blindando vetos) e de 13 para 18 no Senado (um quarto). Mas reformas tributárias, trabalhistas ou previdenciárias? Ainda precisam de coalizões – PRO de Macri ajuda, mas peronistas (divididos em Força Pátria de Cristina Kirchner) resistem em Tucumán, Formosa e afins.
Foco em bastiões: na Capital Federal, ministra Patricia Bullrich brilha no Senado; em Mendoza, Luis Petri (Defesa) anima a Câmara; Salta vê peronismo rachado. Já Buenos Aires província? Dor de cabeça – Milei perdeu feio em setembro, mas ara uma vitória magra agora. Abstenção alta (68%) mostra cansaço, mas o medo de “crise eterna” (como alertou consultoria Zuban Córdoba) pesou na urna.
O Toque Gringo: Trump, o Fazendeiro Eleitoral
Milei pausou a campanha para um date na Casa Branca – Trump mandou o Tesouro frear a disparada do dólar e condicionou o socorro ao resultado, irritando opositores com gritinhos de “colonialismo” (#PatriaOColonia viralizou). Críticos viram interferência; apoiadores, “ajuda de amigo”. Trump: “Ele teve muita ajuda nossa – endosso forte!” Resultado? Milei canta seu hino death-metal (“Sou o rei de um mundo perdido!”) e promete “construir uma grande Argentina”. Para o povão, é alívio misto: menos inflação, mas mais dor no bolso. Para o mundo? Um lembrete de que na política latina, motosserra + bailout = show imperdível. E agora, Milei? Hora de afiar as lâminas – ou arriscar um curto-circuito no Congresso.
Trump Bate no Peito e Parabeniza Milei: ‘Vitória na Argentina Teve Dedo dos EUA!
Na manhã desta segunda-feira (27), direto de um tour asiático, o presidente dos EUA, Donald Trump, não segurou a empolgação e mandou um “Parabéns, brother!” ao amigo Javier Milei, líder argentino, pelo show de bola do seu partido, La Libertad Avanza (LLA), nas eleições legislativas de domingo (26). “Grande vitória esmagadora na Argentina! Milei tá arrasando, e o povo argentino mostrou que nossa confiança nele foi um acerto em cheio!”, postou Trump no Truth Social, provavelmente entre uma selfie com líderes da ASEAN e um cafezinho em Kuala Lumpur.
Antes de decolar da Malásia, onde participou da cúpula da Associação das Nações do Sudeste Asiático, Trump jogou a real: “Milei teve MUITA ajuda nossa. Sério, muita mesmo. Dei um empurrãozão daqueles, com direito a endosso estilo MAGA!”, disse, batendo no peito e dando crédito ao seu secretário do Tesouro, Scott Bessent, que orquestrou um pacotão de resgate de até US$ 40 bilhões pra dar aquele gás na economia argentina antes da votação. Resultado? A LLA cravou 40,84% dos votos, humilhando os 31,66% da coalizão peronista Força Pátria, ligada à ex-presidente Cristina Kirchner, e garantindo maioria em 16 das 24 províncias argentinas.
Com esse trunfo, Milei ganha musculatura pra empurrar suas reformas econômicas e administrativas – tipo uma “motosserra” legislativa cortando gastos e burocracia, agora com menos risco de vetos derrubados no Congresso. Trump, claro, já trata a vitória como um troféu geopolítico, vendendo a ideia de que é o “MAGA style” dando as cartas na América do Sul. Enquanto isso, na Argentina, o povão vibra (ou resmunga) com a inflação caindo de 200% pra 30%, mas ainda sente o bolso apertado. E agora, Milei? É afiar a motosserra e torcer pra não cortar o cabo errado – com Trump na torcida, de olho no retrovisor da China.
“`
