março 7, 2026

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Bolsonaristas realizam ato em apoio a Trump e contra Moraes e Lula

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Bolsonaristas promovem manifestação em apoio a Trump e protestam contra Moraes e Lula.

Manifestações tomam Brasília em apoio ao ex-presidente dos EUA.

Na manhã de domingo, 20 de julho de 2025, Brasília foi palco de uma manifestação protagonizada por centenas de apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, que se reuniram no Eixão, na Asa Sul, região central da capital federal, atendendo ao chamado da senadora Damares Alves e da deputada Bia Kicis, ambas do PL. Com faixas e bandeiras dos Estados Unidos, de Israel e cartazes em inglês criticando o Supremo Tribunal Federal, sobretudo o ministro Alexandre de Moraes, os manifestantes ecoaram palavras de ordem em defesa de Donald Trump e críticas aos líderes brasileiros. O ato, denominado “Caminhada pela Liberdade”, também foi marcado por discursos de políticos ligados ao bolsonarismo, muitos dos quais pediram anistia para investigados em ações judiciais, além de questionarem as decisões do STF e a condução do governo Lula. Durante aproximadamente duas horas, a mobilização ocupou uma das principais vias da cidade, destacando o apoio ao ex-presidente americano e manifestando forte descontentamento com o cenário político atual no Brasil.

O contexto do protesto revela o momento de tensão política vivido no país, em especial a forte polarização entre grupos que apoiam e que se opõem às ações do Supremo Tribunal Federal e do governo federal. A convocação do ato por figuras de destaque do campo conservador, como Damares Alves e Bia Kicis, foi amplamente divulgada nas redes sociais, atraindo apoiadores que, além de demostraram solidariedade a Trump, levantaram críticas contundentes a Alexandre de Moraes e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Entre os gritos ouvidos estavam frases como “fora Moraes”, “Moraes ditador”, “a culpa é do Lula” e “presidente Trump, contamos com você”. A presença de faixas e bandeiras estrangeiras reforçou o caráter internacional do protesto, enquanto os pedidos para que o Congresso interrompa seu recesso e vote projetos de anistia demonstraram insatisfação diante dos desdobramentos jurídicos que envolvem o bolsonarismo. O evento chamou atenção pela organização e pelo engajamento dos participantes, mesmo com a quantidade menor de pessoas em comparação a manifestações anteriores.

O protesto também refletiu a estratégia dos aliados de Bolsonaro em manter atuação ativa no debate público, buscando pautar a agenda nacional e internacionalizar as críticas contra o STF. A manifestação em defesa de Donald Trump, que atualmente enfrenta um contexto político conturbado nos Estados Unidos, foi interpretada como um gesto de proximidade ideológica entre os movimentos conservadores brasileiros e americanos. Além disso, o evento expôs as dificuldades que lideranças bolsonaristas vêm enfrentando para mobilizar grandes massas, diferentemente do que ocorria em outros momentos do cenário político recente. Apesar disso, o ato contou com manifestações de solidariedade de parlamentares e críticas à imprensa, evidenciando que a militância permanece articulada e disposta a tensionar o debate institucional. O público presente demonstrou preocupação com decisões judiciais e incertezas políticas, o que alimenta o discurso de oposição ao Supremo e ao governo federal em meio à busca por novas estratégias de articulação política.

Ao término do protesto, ficou evidente que, mesmo diante de menor adesão, a motivação dos participantes em defender seus pontos de vista permanece intensa e organizada. A expectativa entre os manifestantes é de que novas ações e mobilizações possam ocorrer nos próximos meses, especialmente conforme se desenrolam processos judiciais e discussões envolvendo lideranças do campo conservador. O movimento também deixa claro que temas como a anistia de aliados e a crítica às decisões do STF seguirão impulsionando atos e declarações públicas. Para o futuro, observa-se que a pauta do engajamento internacional, representada pelo apoio a Donald Trump, continuará servindo como instrumento de mobilização e identificação política entre os grupos alinhados ao bolsonarismo, mantendo o ambiente de polarização e tensão nas discussões públicas do país.

Manifestação em Brasília reacende debate político

A manifestação realizada na capital federal serviu para reacender discussões sobre os rumos do conservadorismo no Brasil e a capacidade de mobilização dos apoiadores de Bolsonaro, especialmente quando alinhados a pautas internacionais. O evento explicitou o mal-estar e a forte insatisfação de parte da população com as decisões de figuras centrais do cenário político e judiciário nacional. Ao mesmo tempo, evidenciou um esforço constante das lideranças conservadoras em manter o nome de Donald Trump em destaque no debate político brasileiro, fortalecendo uma rede ideológica transnacional. A expectativa é que a disputa de narrativas e a mobilização em torno desses temas continuem influenciando o debate público, com possíveis impactos futuros nas articulações entre políticos e eleitores identificados com essas causas prioritárias na agenda do conservadorismo nacional e internacional.

Manifestantes protestam contra Moraes e apoiam Bolsonaro em BH

Decisão do STF que impôs tornozeleira a Bolsonaro intensifica movimento “#ForaMoraes” na Praça da Liberdade

Na manhã de domingo (20/7), a Praça da Liberdade, em Belo Horizonte, foi palco de uma manifestação em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de sexta-feira (18/7), que impôs a Bolsonaro o uso de tornozeleira eletrônica e o proibiu de se manifestar nas redes sociais, entre outras medidas, impulsionou a pauta “#ForaMoraes”, contra o ministro Alexandre de Moraes. “Estamos alertando a sociedade sobre os erros no STF, uma corte politizada. Não podemos aceitar que o maior tribunal do Brasil tenha ministros que digam ‘vencemos o bolsonarismo’ ou ‘missão cumprida’. Este é um ato pela democracia plena”, afirmou Cristiano Reis, líder do movimento Direita BH.

Marco Antônio Costa, conhecido como “Superman da Jovem Pan” e pré-candidato ao Senado pelo PL em Minas Gerais, também marcou presença. “As pessoas precisam acordar. Não podemos ser coniventes com os crimes cometidos por ministros do STF”, declarou. A coronel Cláudia Romualdo, pré-candidata a deputada federal pelo PL, reforçou: “O objetivo é governar sem oposição, destruindo a direita. O que fazem com Bolsonaro é uma injustiça. Ele não cometeu crime, é perseguição. Queremos apenas o cumprimento da Constituição.”

Os manifestantes se reuniram na alameda da Praça da Liberdade, em frente ao Palácio da Liberdade, com bandeiras, cartazes e camisetas com frases como “Fora Lula!”, “Anistia já!”, “Fora Moraes, impeachment já!” e “Fora Pacheco!”. Um boneco inflável de Bolsonaro com faixa presidencial foi colocado no canteiro central, recebendo apoio de motoristas que buzinavam. Um batom gigante com a frase “Liberdade já!” simbolizava a defesa da anistia aos envolvidos no 8 de Janeiro.

A tornozeleira eletrônica imposta a Bolsonaro gerou revolta. Para Cristiano Reis, a medida visa humilhar o ex-presidente e neutralizar a oposição ao governo Lula. “Numa democracia, isso é inaceitável”, disse. Marco Antônio Costa criticou: “Se você não acha surreal um ministro do STF declarar guerra a Donald Trump, você está numa realidade estranha.” Cláudia Romualdo completou: “Colocar uma tornozeleira em Bolsonaro achando que teremos vergonha é um erro. Vergonha é roubar o país e ser solto por uma canetada para ocupar a Presidência.”

A militar pediu que os senadores cumpram seu papel constitucional para frear ministros do STF e defendeu a anistia: “O que fazem com os presos do 8 de Janeiro é injusto. A narrativa de tentativa de golpe é uma farsa.” O aposentado Arthur Rocha considerou a tornozeleira uma humilhação: “Nunca vi isso, humilhar alguém que não roubou. Moraes quer tirar nossa liberdade.” Vainer Lopes Ferreira, funcionário público, carregava uma bandeira brasileira com o lema “ordem e progresso” cortado, afirmando que a tornozeleira foi um “tiro no pé” que fortaleceu o movimento pró-Bolsonaro.

Dulce Barbosa de Souza, dona de casa, participou vestida de bruxa verde e amarela, em referência à “caça às bruxas” mencionada por Trump contra as ações do STF. “Estão tentando matar o tio Bolsonaro aos poucos”, disse, usando fantasias como marca de apoio ao ex-presidente.

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